sábado, 12 de novembro de 2011

1953-1990 – Lockheed T-33 (Abatido ao serviço)


T-33 da Força Aérea Portuguesa na cor tradicional












 Origem: EUA

Tipo de aeronave: Avião de treinamento

Velocidade máxima: 966 km/h
Alcance: 860 km
Teto operacional:

Comprimento: 11,51 m
Envergadura: 11,85 m
Altura: 3,56 m

Peso ( vazio | máximo ) : 3.667 kg | 11.985 kg

Motores: 1 x Allison J33-A-35
Empuxo: 1 x 2.449 kg

Armamento: Bombas, foguetes, e pods de metralhadoras


Lockheed T-33

 O Lockheed T-33 Shooting Star é um avião norte-americano monorreactor a jacto, de asa baixa, bilugar em tandem e trem de aterragem triciclo retráctil. Foi produzido pela Lockheed e fez o seu primeiro voo em 1948, sendo pilotado por Tony LeVier. O T-33 foi desenvolvido a partir do Lockheed P-80/F-80 por melhorar a fuselagem e por adicionar um segundo lugar e um segundo controlo.


Emprego na Força Aérea Portuguesa

  • Foram adquiridos 35 aeronaves.
  • Entraram ao serviço em 1953 e foram abatidos ao efectivo em 1990
  • Estiveram em serviço em diversas unidades da Força Aérea Portuguesa: Base Aérea Nº 2, inicialmente, depois na Base Aérea Nº3, e na Base Aérea Nº5, em 1961.
  • Em Outubro de 1959 foram recebidos cinco aeronaves Canadair T-33 AN Silver Star, uma versão canadiana.

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1953-1974 – Republic F-84G (Abatido ao Serviço)






Descrição
Fabricante Republic Aviation Corp./USA
Entrada em serviço novembro de 1947
Missão Avião de caça, avião bombardeiro
Tripulação Um
Dimensões
Comprimento 11,5 m
Envergadura 11,10 m
Altura 3,83 m
Área (asas) 23,4 m²
Peso
Peso total 4 495 kg
Peso bruto máximo 10 670 kg
Propulsão
Motores 1x Allison J35-A-29 turboreactor
Força (por motor) 24 910 kN
Performance
Velocidade
máxima
1 020 km/h
Alcance bélico 1600 km
Alcance Com tanques suplementares: 3220 km
Teto
máximo
13275 m
Armamento
Metralhadoras 6 metralhadoras calibre 12,7 mm, instaladas no nariz
Mísseis/
Bombas
1815 kg de bombas suspensas nas asas e fuselagem

F-84 Thunderjet

 

O F-84 Thunderjet é um bombardeiro-caça americano desenvolvido e fabricado pela Republic Aviation Company.

Em Portugal

O F-84 entrou ao servido da Força Aérea Portuguesa (FAP) em Janeiro de 1953. Foi colocado na antiga Base Aérea Nº.2, na Ota, formando a primeira unidade operacional de aviões de combate a jacto de Portugal - a Esquadra 20. No ano seguinte nasceu a Esquadra 21, ficando ambas enquadradas no Grupo 201 (Grupo Operacional de Aviação de Caça).
Em 1 de julho de 1955 deu-se um dos mais lamentáveis acidentes de aviação militar em Portugal, quando oito deste aparelhos, em voo de formação, embateram contra uma serra na localidade de Carvalho, concelho de Vila Nova de Poiares, perecendo os respectivos pilotos.
A partir de 1958, os F-84 começaram a ser substituídos na função de defesa aérea, pelos F-86 Sabre, passando a ser utilizados sobretudo na função de ataque ao solo.
Em 1961, parte dos F-84 foi enviada para a Base Aérea Nº9, em Luanda, onde formaram a Esquadra 91. A partir dessa base foram utilizados em combate em Angola, na Guerra do Ultramar até 1974. Nesse período, um destacamento de F-84, esteve estacionado na Base Aérea Nº10, na Beira, em Moçambique, para defesa do porto daquela cidade, por ocasião da independência da Rodésia.
No total, a FAP dispôs de 125 aviões, sendo o último abatido ao efectivo em 1974.

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1952-1962 – De Havilland Vampire (Abatido ao serviço)





De Havilland DH.100 Vampire
O De Havilland DH.100 Vampire começou a ser planeado durante a Segunda Guerra Mundial, mas só foi concluído no final da guerra.
Em 1948, a versão DH Vampire F.1, bateu o recorde mundial de altitude (18 000m).

Emprego na Força Aérea Portuguesa

Foram adquiridos dois aviões da versão DH-115 em Setembro de 1952, que foram os primeiros aviões de reacção em Portugal. Esses aviões tinham como finalidade a preparação de pilotos para as novas gerações de aviões de reacção que se vislumbrava adquirir.
Foram colocados na Base Aérea da Ota e foram abatidos ao serviço (quase sem utilidade) em 1962.

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1952-1976 - Piper PA-18 Super Cub (Abatido ao serviço)


Piper Cub em exposição no Museu do Ar - Polo de Sintra

Piper PA-18


O Piper PA-18 é um avião monomotor, com trem de aterragem fixo, roda de cauda, asa alta, bilugar, que possui dois assentos na maioria das configurações.
Construiram-se mais de 2 unidades deste modelo. Ideal para recreio, muitos aeroclubes são possuidores deste tipo de aparelho. Militarmente, foi utilizado pelos Forças Armadas dos Estados Unidos, a partir de 1943, no Norte de África e na Europa como avião de ligação e na correcção de tiro da artilharia.
Em 1949 foi construída uma nova versão, o PA-18-90 Super Cub com um motor de 105 Hp. Nos anos 80 apareceu a ultima versão a ser produzida, o Piper PA-18-150 Super Cub
Um modelo em que lhe foram montados flutuadores ficou conhecido como o PA-18S.

Emprego em Portugal

Em 1952 entraram ao serviço do Exército Português 27 aviões Piper Super Cub, utilizados por este ramo essencialmente para observação, controlo e regulação de tiro de artilharia. Previa-se, nessa altura a criação de uma unidade de aviação ligeira no Exército mas, como essa ideia foi abandonada, as aeronaves passaram para a Força Aérea Portuguesa.
Na Força Aérea as aeronaves cumpriram missões de treino de pilotos e de observadores aéreos e missões de ligação. Alguns aviões também serviram nas Formações Aéreas Voluntárias. Foram retirados do serviço em 1976 e cedidos a aeroclubes.

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Descrição
Fabricante Piper Aircraft Corp/USA
Entrada em serviço 1949
Missão Observação aérea e ligação
Tripulação 1 piloto
Dimensões
Comprimento 6,86 m
Envergadura 10,72 m
Altura 2,79 m
Área (asas) 16,42 m²
Peso
Peso total 422 kg
Peso bruto máximo 790 kg
Propulsão
Motores 1 x Lycoming =-290-D2 de 4 cilindrosb
Força (por motor) 135 hp kN
Performance
Velocidade
máxima
215 km/h
Alcance 735 km
Teto
máximo
5750 m
 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

1951-1990 – De Havilland Chipmunk (Abatido ao Serviço)


Aeronave de instrução da Força Aérea Portuguesa nas suas cores originais

De Havilland Canada DHC-1 Chipmunk
(Redirecionado de Chipmunk MK 20)


O de Havilland Canada DHC-1 Chipmunk é um avião de treino de dois lugares de um só motor, que é o principal avião de treino da força aérea Britânica durante muitos dos anos pós-guerra.
Desenhado para suceder ao de Havilland Tiger Moth, o Chipmunk voou pela primeira vez em Downsview, Toronto a 22 de maio de 1946. Embora o design tenha sido desenvolvido pela de Havilland Aircraft of Canada Ltd; o principal designer foi um polaco, Wsiewolod Jakimiuk. O protótipo tinha um motor de 108 kW (145 hp) de Havilland Gipsy Major 1C.

Emprego na Força Aérea Portuguesa

  • Entrou ao serviço em 1951, com 76 unidades.
  • Em 1952, as Oficinas Gerais de Material Aeronáutico obtiveram licença dos construtores para a montagem deste avião em Portugal. Foram construídas 66 unidades.
  • Foi utilizado na instrução de pilotagem básica.
  • Em Março de 1989, 7 destas aeronaves passaram a ser utilizadas pela Academia da Força Aérea Portuguesa para reboque de planadores. Deixou de usar o motor original, sendo adaptado motores Lycoming de quatro cilindros horizontais, arrefecidos a ar, de 180 Hp.

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1951-1956 - F-47 Thunderbolt (Abatido ao Serviço)

Formação de caças P-47N Thunderbolt


 
P-47D-28-RE "D5", pilotado pelo então 2º Tenente José Rebelo Meira de Vasconcelos, do 1º Grupo de Caça da Força Aérea Brasileira, na Campanha da Itália durante a Segunda Guerra Mundial..

Republic P-47 Thunderbolt

(Redirecionado de F-47 Thunderbolt)


O Republic P-47 Thunderbolt, também conhecido como "Jug", foi o maior, mais caro e mais pesado caça na história da aviação a ser motorizado por um único motor de combustão interna.[1][2] Foi um dos principais caças da Força Aérea dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, sendo utilizado também por outras forças aliadas durante o conflito, incluindo a Força Expedicionária Brasileira.
O P-47 era eficiente em combates aéreos, mas provou-se especialmente hábil como caça-bombardeiro. Era equipado com oito metralhadoras calibre .50, quatro por asa. Carregado com carga total, seu peso podia chegar a oito toneladas. Uma contrapartida moderna que cumpre as mesmas funções, o A-10 Thunderbolt II tem seu nome inspirado no P-47.

Histórico operacional

Sua utilização principal nas primeiras versões até 1943 foi como caça de escolta dos bombardeiros aliados. No entanto como mesmo com tanque de combustível extra sua autonomia, com a Europa continental ainda ocupada pelos alemães, não permitia incursões mais profundas sobre território inimigo; sua capacidade de escolta era limitada. Tendo sido, como caça escolta, ele e outros modelos de caça aliados substituídos em 1944 pelo P-51 Mustang, que tinha autonomia para acompanhar os bombardeiros na ida e volta de seus objectivos.
Assim a partir de 1944, passou a caça-padrão de ataque ao solo, sendo assim utilizado por outras forças aéreas aliadas durante o restante da Segunda Guerra Mundial, como a força aérea vermelha da então União Soviética, a real britânica, em especial pelos indianos na frente birmanesa, pelo 1º Grupo de Caça da Força Aérea Brasileira na campanha da Itália e pelo Esquadrão 201 da Força Aérea Mexicana na campanha de retomada das Filipinas.

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domingo, 6 de março de 2011

1968-1974 - Piper PA-32-300 Cherokee Six (Abatido ao Serviço)

Piper PA-32-300 Cherokee Six



A Piper PA-32 Cherokee Six é uma série de seis ou sete lugares, fixo trem de aterrissagem, aviões ligeiros, Que foi fabricado na Estados Unidos por Piper Aircraft entre 1965 e 2007.[1][2]


O PA-32 da série começou a vida em 1965, a 260 cavalos (190 kW) PA32-260 Cherokee Six, Uma significativa modificação seis (ou sete) desenvolvimento sede da PA-28 Cherokee.[1][2]
O Cherokee Six e seus sucessores possuem um compartimento de bagagem no nariz, entre o habitáculo eo compartimento do motor, bem como uma grande porta dupla na parte traseira para facilitar o carregamento de cargas e passageiros.[1][2]

PA-32-300


Muitos pilotos pensaram que o original 260 cv (190 kW) Cherokee Six foi sub-alimentada sobre isso em 27 de maio de 1966 Piper obtidos FAA certificação de tipo para uma versão 300 (220 kW) hp, designado como o PA-32-300. Foi oferecido pela empresa como um modelo 1967.[3]

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1969-1974 - Cessna 310 (Abatido ao Serviço)

Cessna 310



O Cessna 310 é um avião bimotor fabricado pela empresa americana Cessna Aircraft Company com capacidade para transportar até quatro passageiros. Dezenas de variantes foram produzidas a partir do modelo original do 310, incluindo algumas versões militares.

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1969-1976 - Boeing 707 ( Abatido ao Serviço)

Boeing 707



O Boeing 707 foi um dos primeiros aviões comerciais a jato do mundo. Foi produzido pela Boeing, que com esse modelo, passou a ser a maior fabricante de aviões comerciais do mundo.

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sábado, 5 de março de 2011

1974-2007 - Cessna 337 (Abatido ao Serviço)









Cessna 337



O Cessna 337 é uma aeronave com a disposição dos motores em tandem, asa delta e trem retráctil.
Pode transportar para além do piloto, cinco passageiros ou duas macas e um acompanhante.
É, normalmente, conhecido pela alcunha do Puxa-Empurra, devido às suas hélices tractora e motora

A Força Aérea Portuguesa encomendou 40 aeronaves fabricadas sob licença pela empresa francesa Reims (por isso denominadas Reims-Cessna FBT-337), para serem empregues na Guerra do Ultramar, acabando por receber apenas 32 unidades. Este tipo de aeronave tinha como destino primário substituir os North-American T-6 na função de Reconhecimento Armado e de complementar os Dornier Do 27 nas funções de Ligação, Comando Aéreo e Comunicações. Como as primeiras aeronaves entraram ao serviço em Dezembro de 1974, depois da revolução de 25 de Abril, já não chegaram a ser enviados para África.
Actualmente este tipo de aeronave utilizado pela Esquadra 502, colocada na Base Aérea Nº1 para missões de transporte aéreo táctico e de instrução de pilotagem em aviões plurimotores.

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1976-1993 - T-38 Talon (Abatido ao Serviço)

T-38 em exposição na Base Aérea Nº 1


T-38 Talon



O Northrop T-38 Talon é um avião supersónico de treino avançado. Tendo sido o primeiro avião de treino em todo o mundo e o primeiro da FAP (Força Aérea Portuguesa) a ter capacidade supersónica. É ainda o mais fabricado (na sua categoria) e continua em 2010 ao serviço de várias Forças Armadas do mundo.

Foram adquiridas 12 aeronaves. Entraram ao serviço em 1977[1] e foram abatidas ao efectivo em 1993.
Com o abate dos F-86 Sabre, os T-38 foram colocados na Esquadra 103 na Base Aérea Nº 5.
Em janeiro de 1987, a Esquadra foi transferida para a Base Aérea Nº 11, onde se mantiveram até ao seu abate ao efectivo da FAP.
Em 1990 começaram a ser utilizados no Curso de Introdução Operacional com vista ao aperfeiçoamento dos pilotos que eram destinados às esquadras de combate.

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1981-1999 - A-7 Corsair II (Abatido ao Serviço)

Avião A-7P em exposição no Museu do Ar


A-7 Corsair II



O A-7 Corsair II é um avião monorreactor, trem de triciclo retráctil, asa alta, destinado a missões de ataque a alvos de superfície a partir de um porta-aviões, fabricado pela Ling-Temco-Vought. O modelo baseia-se no F-8 Crusader. Desde 1965 até a produção terminar em 1984 foram fabricados 1,569 aparelhos.

Foram adquiridas 50 aeronaves sendo 44 A-7P e 6 TA-7P (bilugares), com números de cauda 5501 a 5544 (A-7P) e 5545 a 5550 (TA-7P).
Esses aviões foram modificados e convertidos (no caso do TA-7P) a partir de células excedentes A-7A da USN, dotando-os de reactores TF30-P-408 e com aviónicos semelhantes ao A-7E.
Entraram ao serviço em 1981 e foram abatidos em julho de 1999.
Foram colocados na Base Aérea Nº 5, na Esquadra de Ataque 302 com a missão primária de executar interdição aérea, luta aérea ofensiva e defensiva. Mais tarde, com novos aviões foi constituída a Esquadra 304, a que foram atribuídas as mesmas missões.
Nos 18 anos ao serviço da FAP foram perdidos 16 aparelhos em acidentes.

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1985-1994 - Fournier RF-10 (Abatido ao Serviço)


Fournier RF-10



  A actividade aérea na AFA foi iniciadana década de 80, sendo adquiridos para executar este programa três motoplanadores"Fournier" RF-10. O plano de instrução compreendia, numa primeira fase, a exploração da aeronave aplicando as técnicas comuns à pilotagem de meios motorizados.

1951 (Activo) - De Havilland Canada DHC-1 Chipmunk

Aeronave de instrução da Força Aérea Portuguesa nas suas cores originais

De Havilland Canada DHC-1 Chipmunk



O de Havilland Canada DHC-1 Chipmunk é um avião de treino de dois lugares de um só motor, que é o principal avião de treino da força aérea Britânica durante muitos dos anos pós-guerra.
Desenhado para suceder ao de Havilland Tiger Moth, o Chipmunk voou pela primeira vez em Downsview, Toronto a 22 de maio de 1946. Embora o design tenha sido desenvolvido pela de Havilland Aircraft of Canada Ltd; o principal designer foi um polaco, Wsiewolod Jakimiuk. O protótipo tinha um motor de 108 kW (145 hp) de Havilland Gipsy Major 1C.

  • Entrou ao serviço em 1951, com 76 unidades.
  • Em 1952, as Oficinas Gerais de Material Aeronáutico obtiveram licença dos construtores para a montagem deste avião em Portugal. Foram construídas 66 unidades.
  • Foi utilizado na instrução de pilotagem básica.
  • Em Março de 1989, 7 destas aeronaves passaram a ser utilizadas pela Academia da Força Aérea Portuguesa para reboque de planadores. Deixou de usar o motor original, sendo adaptado motores Lycoming de quatro cilindros horizontais, arrefecidos a ar, de 180 Hp.
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1963 (Activo) - Aérospatiale Alouette II


Aérospatiale Alouette II



O Alouette III é um helicóptero utilitário ligeiro de transporte, monomotor, fabricado pela Aérospatiale, na França. É um desenvolvimento do Alouette II, tendo um tamanho maior e uma maior capacidade de carga. Originalmente propulsado por uma turbina Turbomeca Artouste IIIB, o Alouette é reconhecido pelas suas capacidades de operação em grandes altitudes, sendo o ideal para o salvamento em áreas montanhosas.

Os SE-3160 Alouette III (ALIII) foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa a partir de abril de 1963 como complemento aos poucos aparelhos Alouette II já em serviço, para actuarem nas operações militares a decorrer em Angola, Guiné Portuguesa e Moçambique. O Alouette III tornou-se num dos principais ícones da Guerra do Ultramar, ficando famosas as imagens dos Páraquedistas e Comandos a saltar dos aparelhos, enquanto estes pairavam a cerca de 3 metros do solo, durante as operações de heli-assalto.
Os ALIII básicos desarmados, com o nome de código "Canibais" realizavam essencialmente operações de transporte, heli-assalto e evacuação sanitária. A estes ALII juntaram-se os helicanhões, com o nome de código "Lobos Maus", com um canhão de 20 mm montado virado para bombordo, disparado por um apontador através da porta lateral aberta. Em 1973 realizaram-se algumas experiências no sentido de incorporar lança-foguetes de 37 mm ou 2,75", mas nunca chegaram à fase operacional.
A Força Aérea Portuguesa adquiriu um total de 142 Alouette III, o segundo maior número de um único modelo de aeronave ao serviço de Portugal, logo a seguir ao North-American T-6.
Actualmente, os aparelhos remanescentes são utilizados na Base Aérea de Beja essencialmente para instrução e como utilitários.

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1963 (Activo) - Aérospatiale SA-330 Puma

Aérospatiale SA-330 Puma



O Aérospatiale Puma é um helicóptero originalmente construído pela Aérospatiale, na França. Também é conhecido por SA-330.

Em 1970, a Força Aérea Portuguesa adquiriu 13 Pumas, devido à necessidade de maior capacidade de transporte durante a Guerra do Ultramar - 18/20 homens, um número bastante superior aos 5 passageiros possíveis com os Alouette III, o que aumentou significativamente a mobilidade do Exército Português. Seis unidades destinaram-se aos conflitos em Moçambique. Foram intensivamente utilizados pelas Forças Especiais em Angola, nomeadamente na intersecção de colunas de guerrilheiros vindos das fronteiras do Congo e da Zâmbia, servindo também na evacuação sanitária e apoio logístico.
O primeiro voo operacional do Puma foi a 23 de Outubro de 1970, em missão de transporte de manobra (TMAN), em Santa Eulália, no norte de Angola.
Os "Puma" foram alvo de três actualizações desde do fim da guerra em África:
  1. Transformação em aparelho SAR com a introdução do radar Omera ORB-31.
    Portugal foi o único país a equipar o SA-330 com o radar ORB-31. Este radar possui a capacidade, tal como o ORB-31D, para lançar e guiar mísseis Exocet.
  2. Equipamentos autónomos de navegação e estacionário automático.
  3. Novos motores Makila.
O "Puma" foi retirado oficialmente do serviço, no território continental de Portugal, a 3 de fevereiro de 2006, no mesmo dia em que as primeiras unidades do seu sucessor (EH-101 Merlin) entraram ao serviço em missões de Busca e Salvamento. Até final de novembro de 2006 alguns dos "Puma" continuam ao serviço na Base Aérea das Lajes, momento a partir do qual os (EH-101 Merlin) os substiturão em missões operacionais.
Em 24 de Setembro de 2008 os Pumas foram reactivados para a missão anteriormente desempenhada pela Esquadra 711 reabilitando-se quatro helicópteros na também reactivada Esquadra 752 "PUMAS".
Entre 1970 e 2009 as esquadras da Força Aérea Portuguesa que utilizaram este Pumas foram as seguintes:
  • Esquadra 94 - baseada em Luanda (Angola)
  • Esquadra 703 - baseada em Tete (Moçambique)
  • Esquadra 751 - baseada no Montijo
  • Esquadra 752 - baseada nas Lajes (Açores)
  • Esquadra 711 - baseada nas Lajes (Açores)
  • Esquadra 752 - baseada nas Lajes (Açores)
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1974 (Activo) - Casa C-212 Aviocar

CASA C-212 Aviocar



O CASA C-212 Aviocar é um avião bimotor turbohélice, com revestimento metálico, com rampa de acesso para carga. Tem a capacidade de transportar 18 passageiros, 16 paraquedista com equipamento completo, 12 macas ou 2000Kg de carga na versão -10

A Força Aérea Portuguesa encomendou os CASA C-212 com o objectivo de serem empregues na Guerra do Ultramar primariamente nas missões de transporte táctico e logístico e de evacuação de feridos, complementando as aeronaves Dornier Do 27 e substituindo os Douglas C-47 ainda ao serviço.
As 26 aeronaves começaram a ser recebidas ainda, em 1974 e em princípios de 1975, sendo colocadas na Esquadra 32, da Base Aérea Nº 3. Devido à revolução de 25 de abril de 1974 já não foram enviadas para África como previsto.

CASA C-212-300 Aviocar


É mais comprido (1 m+), maior (1.5m+), mas potente (150KN+) e mais pesado(1.600 KG +) do que o CASA C-212-100. Foi concebido para transporte aéreo táctico ligeiro.

É utilizado pela Esquadra 401, sediada na Base Aérea Nº6.
As aeronaves estão equipadas para a vigilância marítima no âmbito da detecção da poluição marítima e de actividades ilícitas, fotografia aérea e colabora com instituições científicas para o estudo do meio ambiente.


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1977 (Activo) - C-130 Hercules

C-130 Hercules



O Lockheed C-130 Hercules é um avião com quatro turbopropulsores cuja função principal é a de transporte aéreo em várias forças armadas em todo o mundo. Capaz de aterrar ou descolar em pistas pequenas ou improvisadas, foi concebido com o intuito de transporte de tropas e carga. Actualmente desempenha uma larga gama de papeis, incluindo transporte de pára-quedistas, reconhecimento climatérico, reabastecimento aéreo, combate aéreo a incêndios e evacuação médica. Existem mais de 40 modelos do Hercules utilizados em mais de 50 nações. Com mais de 50 anos de serviço, a família C-130 estabeleceu um sólido recorde de confiabilidade e durabilidade, participando em missões militares, civis e de ajuda humanitária.
A família C-130 detém o recorde de mais longo ciclo de produção de aviões militares em toda a história. O primeiro protótipo, o YC-130 voou a 23 de Agosto de 1954 descolando nas instalações da Lockheed em Burbank, na Califórnia. O protótipo, número de série 53-3397, foi pilotado por Stanley Beltz e Roy Wimmer. Uma vez construídos os dois protótipos, a produção foi transladada para Marietta, Geórgia, onde foram construídos mais de 2 000 aeronaves.

Foram adquiridos seis aviões que entraram ao serviço em 15 de Setembro de 1977.
Estão colocados na Esquadra 501, "Bisontes" da Base Aérea Nº 6, que se constitui numa unidade de transporte aéreo táctico executando, também, missões de busca e salvamento.
Em 1986, numa competição para tripulações deste tipo de avião, o Volante Rodeo, organizado pela USAF, uma tripulação da Esquadra 501, conquistou 7 troféus. A tripulação só não ganhou os 8 troféus devido a uma avaria de motor

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1987 (Activo) - P-3 Orion


P-3 Orion



O P-3 Orion é a versão militar do famoso avião comercial Lockheed Electra II. Foi inicialmente concebido para a Marinha dos EUA como aeronave especializada em guerra anti-submarina e patrulhamento marítimo baseada em terra para substituir os P-2 Neptune. Posteriormente, tornou-se um sucesso de vendas internacionais e foi adquirido por diversos países membros da OTAN e outras nações diversas. Atualmente, 17 nações utilizam versões diferentes do P-3.

Em 10 de Outubro de 1985, Portugal comprou seis exemplares da Lockheed, na versão P-3B, que tinham sido utilizados pelas Força Aérea Australiana.
Foram entregues em junho de 1987. Após, foram transformados nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico, passando, por fim, a ser denominados P-3P.
Estão colocados na Base Aérea Nº11, em Beja, tendo como missão primária a luta anti-submarina e o patrulhamento marítimo e, como missão secundária, a busca e salvamento.
A partir de início de 2006 a FAP iniciou a substituição dos P-3P por aeronaves P-3C CUP anteriormente pertencentes à Marinha Holandesa.

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1989 (Activo) - Aérospatiale Epsilon-TB 30

Aérospatiale Epsilon-TB 30


Avião monomotor, asa baixa, trem retráctil destinado a instrução de pilotagem.
A construção da aeronave foi entregue a uma subsidiária da Aérospatiale, a SOCATA que fez as primeiras entregas à Força Aérea Francesa em junho de 1983. A produção deste avião foi encerrada em novembro de 1989.

Foram adquiridos 18 aeronaves, tendo as primeiras entrado ao serviço em 1989. As restantes foram montadas nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA), em Alverca.
Destinadas ao treino de pilotagem básico foram colocadas na Base Aérea Nº.1, na Esquadra 101 que foi transferida em 1993, para a Base Aérea Nº11, onde ainda se mantêm, ministrando os cursos básicos de pilotagem a alunos oriundos da Academia da Força Aérea e contratados.

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1993 (Activo) - Dassault-Dornier Alpha-Jet

Dassault-Dornier Alpha-Jet

O Dassault-Dornier Alpha-Jet é um avião ligeiro de apoio aéreo ofensivo e de instrução, desenvolvido em conjunto pela empresa aeronáutica francesa Dassault e pela alemã Dornier. Os primeiros voos da aeronave decorreram em 1973.

A Força Aérea Portuguesa recebeu em 1992, provenientes da Força Aérea Alemã, 50 aviões Alpha-Jet. Estas aeronaves vieram substituir os Fiat G.91 na missão de apoio aéreo ofensivo, e os Cessna T-37, Lockheed T-33 e Northrop T-38 na missão de instrução complementar de pilotagem de aviões de combate. Na altura, todos os aviões foram colocados na Base Aérea de Beja onde formaram duas esquadras:
  • Esquadra 103 (instrução complementar de pilotagem de aviões de combate)
  • Esquadra 301 (apoio aéreo ofensivo).
No âmbito da Esquadra 103, os Alpha-Jet foram os aviões escolhidos para operarem nas patrulhas de demonstração Parelha da Cruz de Cristo e Asas de Portugal.
Nos finais do ano de 2005, os Alpha-Jet foram substituídos na missão de apoio aéreo ofensivo pelos novos aviões General Dynamics F-16 que integraram a Esquadra 301, que foi tranferida para a Base Aérea nº 5[5] em Monte Real, limitando-se agora essencialmente às funções de instrução e acrobacia aérea.

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1994 (Activo) - F-16 Fighting Falcon

F-16 Fighting Falcon


O F-16 Fighting Falcon é um caça a jacto polivalente, monomotor, altamente manobrável, apto a operar em todas as condições meteorológicas e de luminosidade.[1]

Peace Atlantis I

Portugal iniciou a era F-16 aquando da formalização do acordo Peace Atlantis I, com a assinatura da carta de aceitação em Agosto de 1990. O acordo além do fornecimento de 17 F-16A e 3 F-16B, previa peças de substituição, equipamento de suporte e apoio, manuais de pilotagem e manutenção, instrução de pilotos e equipes de manutenção, participação da FAP no Grupo de Coordenação Técnica do F-16, e no Programa Integrado da Estrutura do Avião.
Os aviões eram de construção nova no padrão block 15OCU, o que os tornava quase idênticos ao F-16ADF, a única coisa que os diferencia é a inexistência das antenas AIFF[nota 13] na frente da canopy,[nota 14] acresce que a versão Portuguesa possui algumas melhorias entre as quais, um giroscópio laser,[nota 15] Wide-Angle HUD, motores Pratt & Whitney F100-PW-220E e capacidade de disparo do míssil AIM-120 AMRAAM.[21][22]

[editar] Peace Atlantis II

Em 1996 foi efectuado um pedido adicional de 21 F-16A e 4 F-16B. Este segundo lote de F-16 em segunda mão, destinavam-se à substituição directa do A-7P na função de ataque ao solo e seriam capacitados para ataque diurno e nocturno pela actualização MLU. A 20 de Novembro de 1997 o Departamento de Defesa dos Estados Unidos anuncia a disponibilidade de 25 F-16A/B Block 15 usados a custo zero, sendo Portugal responsável pelo seu transporte. A carta de intenções é assinada a 30 de Novembro de 1998 e inclui as 25 aeronaves usadas a custo zero, novos motores F100-PW-220E, transporte, apoio logístico e vinte kits de modernização MLU, pelo valor de 268 milhões de dólares (preços de 1998) pagos em prestações até ao ano de 2004. A este programa foi dado o nome código Peace Atlantis II.[23][24]

Todas as aeronaves operam na Base Aérea nº5 em Monte Real, divididas por duas Esquadras:
  • Esquadra 201 - Falcões - constituída pelos aviões fornecidos pelo programa Peace Atlantis I.
  • Esquadra 301 - Jaguares - constituída pelos aviões fornecidos pelo programa Peace Atlantis II.
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1984 (Activo) - Dassault Falcon 20

Dassault Falcon 20

O Dassault Falcon 20 é um avião a jacto concebido e produzido pela Dassault. É um avião a jacto de pequenas dimensões, para um máximo de 6 passageiros, geralmente utilizado por homens de negócios ou chefes de estado.

Foram adquiridas três aeronaves. Entraram ao serviço em Setembro de 1984 com o fim de transportar altas entidades.
Com a aquisição do Dassault Falcon 50 estes aviões perderam parte de o interesse operacional de emprego. Dois foram vendidos para o Canadá, ficando apenas um ao serviço para a execução de missões de verificação e calibração de ajudas à navegação aérea.

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1989 (Activo) - Dassault Falcon 50

Dassault Falcon 50

O Dassault Falcon 50 é um avião a jacto concebido e produzido pela Dassault. É um avião a jacto de pequenas dimensões, para um máximo de 12 passageiros, geralmente utilizado por homens de negócios ou chefes de estado.

Foram adquiridos três aviões que entraram ao serviço da Força Aérea Portuguesa, os dois primeiros em 1989 e o último em 1991.
Estão colocados na Esquadra 504, da Base Aérea nº 6 destinados ao transporte de altas individualidades.
Para facilidade dessas mesmas entidades, seus principais utentes, a Esquadra está sediada no Aeródromo de Trânsito Nº1, situado em Figo Maduro, junto ao Aeroporto de Lisboa.
A Esquadra 504 adoptou a designação de os "Linces".

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1988 (Activo) - Schleicher ASK21

Schleicher ASK 21

O Schleicher ASK 21 é um planador, de dois lugares em tandem, com carlinga transparente (claro que só transparente poderia ser), de trem de aterragem de roda simples instalada na fuselagem, normalmente destinado a actividades de recreio/desportivas
  • Encontra-se à carga da Academia da Força Aérea Portuguesa, Esquadra nº.802 - Águias
  • Destina-se a instrução elementar de voo em planadores ministrada aos cadetes
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1996 (Activo) - L-23 Super Blanik

L-23 Super Blanik


Os planadores, mais do que outras aeronaves, são construídos com revestimento externo que ofereça o menor atrito possível com o ar. Os primeiros planadores eram construídos de madeira com revestimento em tela. As versões posteriores foram construídas com revestimento estrutural de alumínio, sendo mais leves e esguios. (Brain, 1998). No final dos anos 1960 apareceram os primeiros planadores construídos em Fibra de vidro (GFRP), revolucionando a performance dos planadores, chegando-se pela primeira vez aos 50:1 de razão de planeio.
Desde os anos 1980, todos os planadores de alto-rendimento passaram a ser construídos quase inteiramente de Fibra de carbono (CFRP), material que permite menor peso com maior resistência estrutural e um acabamento superficial polido de baixíssimo atrito. Possuem reservatórios de água utilizada como lastro, objetivando aumentar sua carga alar, melhorando assim sua penetração. O lastro deve ser alijado antes do pouso. Os exemplares de maior envergadura (acima de 25m) atingem razão de planeio de 60:1 ou melhor.

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2005 (Activo) - Agusta Westland EH101

AgustaWestland EH101


A Força Aérea Portuguesa utiliza, desde 24 de Fevereiro de 2005, helicópteros EH101 em missões de Transporte, Busca e Salvamento e Vigilância e Reconhecimento. Estes aparelhos substituíram progressivamente os Aérospatiale Puma naquelas missões. Os EH101 adquiridos por Portugal, operados pela Esquadra 751, vêm em três diferentes versões: SAR (busca e salvamento), CSAR (busca e salvamento em combate) e SIFICAP (Sistema de Fiscalização das Pescas). Os EH101 portugueses têm a características de serem as únicas aeronaves deste modelo pintadas com uma camuflagem táctica (verde e castanha).
São utilizados primariamente em missões de Busca e Salvamento, mantendo-se dois sempre em alerta de 30 minutos (a partir da Base Aérea do Montijo e da Base Aérea das Lajes) e um em alerta de 1 hora (a partir do Aeroporto de Porto Santo).

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